BH 2020 – 11º Salão dos Artistas sem Galeria 14/03 a 24/04/2020

    • Sobre a exposição/About the exhibition

      • A 11ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria, promovido pelo impresso e portal Mapa das Artes (mapadasartes.com.br), apresenta na capital mineira a produção dos dez artistas selecionados:

       

      Adriano Escanhuela (SP);  Aline Chaves (RS) ; Avilmar Maia (MG); Diego Castro (SP); Fernando Soares (SP); Gustavo Lourenção (SP); Myriam Glatt (RJ); Nilda Neves (BA/SP); Rafael Pajé (SP) e Rosa Hollmann (SP/RJ).

       

      Os artistas foram selecionados pelo júri formado por Jairo Goldenberg (galerista do J. B. Goldenberg Escritório de Arte); Marlise Corsato (diretora da Galeria Kogan Amaro) e Renato De Cara (curador independente).

       

      Nesta edição, foram premiados Fernando Soares (1º prêmio), Rosa Hollmann (2º) e Myriam Glatt (3º)

       

      A mostra dos artistas selecionados reúne obras em diferentes técnicas e formatos, como pinturas, esculturas, assemblages, colagens e fotografias, que serão exibidas na Galeria Murilo Castro, em Belo Horizonte (MG), entre 14 de março e 24 de abril de 2020.

       

      O Salão dos Artistas Sem Galeria tem como objetivo avaliar, exibir, documentar e divulgar a produção de artistas plásticos que não tenham contratos verbais ou formais (representação) com qualquer galeria de arte na cidade de São Paulo. O Salão tradicionalmente abre o calendário de artes em São Paulo e é uma porta de entrada para os artistas selecionados no mundo das artes.

      Exposição
      de 14/03/2020 a 24/04/2020
      de Seg. a Sex. – 10 às 19h
      Sáb. – 10 às 14h

    • Informação(ões) do(s) artista(s)/About the artist(s)

      Adriano Escanhuela

      Artista visual, na modalidade fotografia experimental em campo expandido, explora práticas híbridas e alquimia, transitando do pré ao pós-fotográfico. Investe na experiência estética, em detrimento da técnica, por meio de um aprendizado artesanal e sensorial, desacelerado e reflexivo. Resiste a desmaterialização da imagem resgatando processos históricos fotográficos arcaicos, primitivos, pré-industriais devolvendo peso a fotografia. Aposta no risco, no desvio, na contaminação, preparando seus próprios suportes, químicos e aparatos, transgredindo antigas estruturas, subvertendo assim, as excessivas leis da mecânica e do mercado. Expande os limites do suporte e da linguagem mesclando conceitos porosos propondo outras leituras, de caráter transdisciplinar e dialógico.

      Aline Chaves

      Estudante do Bacharelado em Artes Visuais da Universidade de Caxias do Sul, já estudou e praticou diversas técnicas que vão do desenho ao audiovisual. Seu interesse por colagens, analógicas e digitais, começou em 2013 e até hoje essa é a forma de expressão que mais desenvolve. Seu trabalho se baseia na apropriação e no conceito de obra aberta de Umberto Eco para produzir imagens contemporâneas com inspiração no surrealismo. A natureza, o ser humano e a sociedade são seu principal objeto de estudo e representação.

      Avilmar Maia

      Mora e trabalha em Belo Horizonte, MG, Brasil. Nasceu em Montes Claros, MG, em 1970. Em 2006, inicia sua formação em artes visuais: curso de escultura com Luma Ramos. Em seguida, curso de desenho na Escola Guignard; Arte Contemporânea e História da Arte com Luíz Flávio Silva, passando por cursos livres na Faculdade de Belas Artes (UFMG), em Belo Horizonte, MG. Há dois anos, está em acompanhamento de seus projetos com Nydia Negromonte, no ESPAI, em Belo Horizonte. Exposição individual: Pulsa. Casa Fiat de Cultura, Belo Horizonte, MG (2019). Exposições Coletivas: XI Salão dos Artistas sem Galeria (Zipper Galeria e Lona Galeria, São Paulo. Galeria Murilo Castro, Belo Horizonte), 2020. Galeria Periscópio Arte Contemporânea, Belo Horizonte (2019). Arte Londrina 7, PR (2019). XXV Salão Curitibano de Artes Visuais, PR (2018). Embaixada do Brasil em NY (2015). Carrossel do Louvre, Paris (2014). AVA Galleria, Helsink (2013). Formou-se em Medicina (1994), especializou-se em psiquiatria (1997). Mestrado em teoria Psicanalítica (2007).

      Diego Castro

      Graduado como bacharel no curso de Artes Plásticas pela Faculdade Santa Marcelina e mestre em Poéticas Visuais pela ECA-USP. O inicio de sua trajetória artística é marcado pela a apropriação das imagens, com intuito de descaracterizar o seu significado e os meios onde essas estão inseridas. Com essa manipulação sobre as imagens inicia-se um apagamento do que esta em volta da forma que foi apropriada, a manipulação dessa forma  visa explorar a espacialidade, a cor e a repetição. A construção a partir disso aborda, o espaço pela sua grande superfície  que dialogam com a forma, recebendo repetições, e assim criando um movimento que se constitui dentro da forma que se expande no espaço.

      Fernando Soares

      Nasceu em São Paulo em 1988, onde reside e trabalha. Seu trabalho discute a natureza pictórica da matéria em si, através de pinturas/objetos, colagens e instalações. Sua pesquisa parte das propriedades e/ou ambigüidades dos materiais que utiliza e fatores como ação e reação dos mesmos em sues trabalhos. Inicia seus estudos e produções de madeira autodidata aos 17 anos, para posteriormente freqüentar o Hermes Artes Visuais, onde ainda participa de elaborações de projetos e acompanhamento de sua produção. Participou de diversas exposições coletivas e individuais em galerias e espaços independentes, além de ser selecionado para salões e feiras de arte contemporânea.

       Gustavo Lourenção

       

      Nascido em São Paulo – SP, Gustavo graduou-se em Biologia no início dos anos 90, porém conheceu e se encantou pela fotografia na mesma época, tornando-se repórter fotográfico e colaborador de diversos jornais e revistas do país. O envolvimento com o foto – jornalismo permitiu descobrir e aprimorar sua vocação artística, que o levou a desenvolver paralelamente grande interesse pela fotografia autoral e pelas artes plásticas.

      Desde 2005 desenvolve projetos e estudos em arte contemporânea . Frequentou cursos e disciplinas de pós-graduação em artes visuais em instituições culturais e universidades públicas.

      Atualmente, além de fotógrafo e artista visual, faz marcenaria, design e esculturas, utilizando-se de madeira processada, restos de móveis e galhos de podas coletados na cidade e no campo. Também desenvolve e ministra cursos de marcenaria alternativa.

       Myriam Glatt

      Formada em arquitetura pela Santa Ursula R.J. e pós-graduada em arte\filosofia Puc R.J. (2014). Estudou arte no San Francisco Art Institute, no Santa Barbara City College, Ca USA (83/84) e pintura/teoria na EAV Parque Lage-R.J, com Charles Watson (95/97), João Magalhães, Ivair Renaldim, Daniel Senise, Fernando Cocchiarale e Marcelo Campos (2008 a 2013). Participou de grupo de estudos dos curadores Marcelo Campos (2015), Daniela Labra (2017), Keyna Eleison (2018) e Marisa Flórida (2019. Ano passado (2019) começou a geometrizar suas colagens dando continuidade às investigações próprias da pintura, com o gesto evidente na pincelada e a impregnação dos campos de cor, a dinâmica entre a superfície da pintura e sua espacialização e, assim, transformando o suporte descartes em objeto artístico. Nasce daí a  fusão entre a pintura e a escultura. Já realizou individuais em locais variados, como os Centros Culturais dos Correios pelo Brasil e atualmente está com a mostra “Arquiteturas Instáveis”na Galeria da Candido Mendes com texto do crítico Paulo Sergio Duarte. Recebeu premio este ano com 3º lugar no 11º Salão Artistas sem galeria.

      Nilda Maria das Neves

      Nasceu em o município de Botuporã-Ba, cursou contabilidade na cidade de Brumado-Ba.  Escreveu três livros, romance, contos e poesias, lançou apenas os dois primeiros. Criou suas capas é ilustrações para seus livros, iniciando assim seu trabalho artístico. Em 2015 expôs pela primeira vez na galeria Mezanino  e depois na Galeria LÂMINA, no bairro de Pinheiros – SP, participou da ArtRio 2016 e foi uma dos sete artistas selecionados pelo site Artsy.com como destaque daquela edição. Participou de  três bienais:   Piracicaba (2 edições) e Socorro (1 edição),  teve seus trapalhos expostos também no centro cultural de Santo Amaro. Expôs em Saratoga – New  York em 2017 e é uma das artistas selecionadas para a 11 edição do Salão dos Artistas sem Galeria.

      Rafael Pajé (1986)

      Formado pelo Centro Universitário Belas Artes, 2011. Sua pesquisa investiga a pintura simbólica (gravura, desenho, objeto) e a relação do espectador com a obra de arte e seu valor. Aborda temas que passam pela Umbanda e a simbologia de objetos ritualísticos e do cotidiano. Apresentou a exposição individual “Objeto Artístico Ritual”( Espaço Vitrine, 2017). Inaugurou o espaço Xiclet’s Mini na Casa da Xiclet galeria ( São Paulo, 2007 ). Dentre suas exposições coletivas destaca-se Espaços Independentes – a alma é o segredo do negócio ( São Paulo, 2012) e Ocupação Cabana Extemporânea ( São Paulo, 2009 a 2010) ambas na Funarte, e a Feria del Chaco na Casa de los Matta ( Santiago, Chile, 2010 ). Participou das residências artísticas Casa Pausa em Lima – Peru, 2014, Resistrece em Córdoba, Argentina, 2015/16 e Ocupação Rarefeita no projeto Casero residência (Parque de Itatiaia, 2018).

      Rosa Hollmann

      Na  construção do meu trabalho o mergulho no desconhecido é meu ponto de partida.O desmanchar das relações de causa e efeito podem revelar uma atmosfera onde as impossibilidades as quais estamos sujeitos não mais fazem sentido no que se vê. Os ambientes e figuras que se permitem encontrar por mim são resultado de um processo performado incessantes vezes sobre o mesmo espaço, aglutinando, raspando, sobrepondo, etc. A percepção da semelhança do universo imagético dos sonhos vem à tona na medida em que cedo o controle sobre o que está diante de mim e as decisões que habitam a superfície dialogam com a impermanência das coisas e dos seres.

       

    • Imprensa

      Não disponível