Amilcar de Castro

  • Biografia

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  • Bibliografia

    • ALVES, José Francisco. “Amilcar de Castro – Uma Retrospectiva”, Porto Alegre: Fundação Bienal do Mercosul, 2005, 276 p., português, inglês e espanhol.
    • ALVES, José Francisco. “Transformações do Espaço Público”, Porto Alegre: Fundação Bienal do Mercosul, 2006, 128 p., português e inglês.
    • “Amilcar de Castro — Depoimento”. Belo Horizonte: C/Arte, 2ª Edição, 2002, 96 p.
    • BRITO, Ronaldo et al. “Amilcar de Castro”. São Paulo: Takano, 2001, 306 p.
    • BRITO, Ronaldo.”Neoconcretismo — vértice e ruptura do projeto construtivo brasileiro”. São Paulo: Cosac & Naify, 1999, 112 p.
    • CHIARELLI, Tadeu. “Amilcar de Castro: corte e dobra”. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. 188 p.
    • GULLAR, Ferreira. “Etapas da Arte Contemporânea. Do cubismo ao neoconcretismo”. São Paulo: Nobel, 1985, p. 260–262.
    • GULLAR, Ferreira. “A experiência Radical”. In: BRITO, Ronaldo et al. São Paulo: Takano, 2001 (p. 268)
    • LESSA, Washington Dias. “Dois Estudos de Comunicação Visual”. Rio de Janeiro: Editora UERJ, 1995, 112 p.
    • PELEGRINO, Hélio. “Todas as coisas voam”. In: BRITO, Ronaldo et al, São Paulo: Takano, 2001 (p. 267) [1987].
    • MORAIS, Frederico. “O primeiro gesto”. In: BRITO, Ronaldo et al. São Paulo: Takano, 2001 (p. 261) [1983].
    • NAVES, Rodrigo, et al. “Amilcar de Castro”. São Paulo, Tangente, 1991.
    • SAMPAIO, Márcio. “Vida e Arte — uma poética em construção” [Biografia de Amilcar de Castro]. In: BRITO, Ronaldo et al. São Paulo: Takano, 2001 (p. 202–242).
  • CV

    Amilcar de Castro (Paraisópolis, 8 de junho de 1920Belo Horizonte, 21 de novembro de 2002) foi um escultor, artista plástico e designer gráfico brasileiro. Introduziu a reforma gráfica do Jornal do Brasil nos anos 1950, que revolucionou o diagramação, e design de jornais como um todo, no Brasil.

    Estabeleceu-se em Belo Horizonte em 1934 e formou-se em Direito na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1945, onde conheceu Otto Lara Resende e Hélio Pellegrino.

    Frequentou a Escola Guignard entre 1944 e 1950, onde estudou desenho com Alberto da Veiga Guignard e escultura figurativa com Franz Weissmann. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1953, iniciando sua carreira de diagramador nas revistas Manchete e A Cigarra. Participou do Grupo Neoconcreto no Rio de Janeiro (1959-1961), e elaborou a reforma gráfica do Jornal do Brasil (1957/59). Durante os anos 60 fez a diagramação dos jornais Correio da Manhã, Última Hora, Estado de Minas, Jornal da Tarde e A Província do Pará, entre outros, além de ter trabalhado como diagramador de livros na Editora Vozes.

    Após receber uma bolsa da Fundação Guggenheim e o Prêmio Viagem ao Exterior no XV Salão Nacional de Arte Moderna, em 1967, viajou para os Estados Unidos, fixando-se em Nova Jérsei. Em 1971 retornou a Belo Horizonte, dedicando-se a atividades artísticas e educacionais. Dirigiu a Fundação Escola Guignard (1974/77), onde ensinou expressão bidimensional e tridimensional. Foi professor de composição e escultura na Escola de Belas Artes da UFMG (1979/90) e de escultura na Fundação de Arte de Ouro Preto-FAOP (1979).

    Em 2005, a Quinta Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, o escolheu como o grande homenageado do evento, a partir da indicação do Curador-Geral, Paulo Sergio Duarte. Coube ao Curador-Assistente da Bienal, José Francisco Alves, a curadoria das cinco exposições do homenageado, em diversos locais e instituições de Porto Alegre, se constituindo na maior e mais completa exibição de trabalhos do artista até hoje realizada, com obras de coleções de vinte e oito cidades, de cinco estados brasileiros. Um dos destaques dessa Bienal do Mercosul foi a pesquisa e a exposição, pela primeira vez, da ampla produção de Amilcar de Castro nas artes gráficas, como paginador e ilustrador, da década de 1950 a princípios do séc. XXI, em especial com originais e fac similes de jornais, livros, revistas, cartazes e outras peças gráficas, tais como os trabalhos realizados para a Manchete (revista), entre 1956 e 1957, o Jornal do Brasil, entre 1957 e 1961, e o Jornal de Resenhas da Folha de S. Paulo, entre 1999 e 2003.

    Amilcar de Castro é considerado pelos críticos e historiadores da arte um dos escultores construtivos mais representativos da arte brasileira contemporânea.

  • Exposições

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